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Curso anual de Voluntariado CEAC

Sábado dia 4, não perca! Ainda dá tempo!

O CEAC ministra, anualmente, uma capacitação a quem deseja iniciar no trabalho voluntário em nossa casa espírita ou a quem ainda não tenha feito o curso, visando integrar os novos colaboradores. No Curso, o voluntário irá conhecer um pouco mais da história do CEAC, aspectos legais do voluntariado, informações sobre as áreas de atuação e como o trabalho voluntário pode ser exercido nelas.

As inscrições já estão abertas na Secretaria do CEAC. O curso será ministrado por Silvio Turini e Carlos Eduardo Noronha Luz e acontecerá dia 4 de agosto, 14h30 às 17h00, no salão de palestras.

 

Por que ser voluntário?

Ao se tornar parte de nossa equipe de voluntários, você faz amigos, sente a alegria interior que advém da prática do bem e, efetivamente, ajuda a construir uma sociedade mais humana. “Visamos contribuir para atividades de cidadania exercitando a cooperação. O trabalho voluntário é fundamento do civismo, bem como da base cristã que forma a nossa cultura”, explica Carlos Eduardo Noronha Luz, coordenador dos voluntários do CEAC.

Para Richard Simonetti, “a base do Espiritismo e do próprio Centro Espírita Amor e Caridade, desde o começo, são os voluntários. Sem eles não teríamos conseguido progredir em tantas frentes de trabalho no campo da caridade, ou mesmo da divulgação doutrinária. Quanto mais as pessoas se envolvem na prática do bem, mais entendemos que estamos no caminho certo delineado por Jesus”, enfatiza.

 

Onde trabalhar?

Procure juntar-se ao trabalho que mais lhe toque o coração ou se aproxima de suas habilidades pessoais. No CEAC, existem necessidades de todas as ordens: nos projetos sociais, nas rotinas de manutenção da casa ou de suas atividades, nas campanhas de captação de recursos, nas atividades doutrinárias e de acolhimento, etc. “Cuidar dos necessitados do corpo assim como dos necessitados do espírito são as duas áreas nas quais se colocam os cerca de 2.000 voluntários do CEAC hoje, e ainda há muito a ser feito”, complementa Carlos Luz.

Publicamos as vagas mensalmente nos murais do Centro (todas), no Jornal Momento Espírita (veja abaixo vagas da sede), no caderno Filantropia (vagas nos projetos sociais), no site do CEAC (seção Voluntários), nos sites dos Projetos Sociais (seção Voluntariado).

Gostaria de saber se você tem o perfil para ser voluntário?  Visite nossa página http://ceac.org.br/voluntarios.

 

 Vivências de um voluntário 

“Há uns 30 anos atrás, o sujeito apareceu no Albergue num fogo só… com mulher e três crianças… Eu disse a ele, a parte: – “Escuta, você não beber desse jeito, judiando das crianças,  você precisa se cuidar melhor! Um chefe de família tem uma responsabilidade muito grande!”. No dia seguinte foi embora… muitos anos depois, eu fui almoçar em um restaurante e, na hora de pagar, o garçom avisou que alguém já tinha pago… pensei que era engano, mas o garçom insistiu: “- não, está pago por aquele moço lá da churrascaria”. Quando olhei, mal reconheci… mas ele gritou de lá: “Ô, seu Irani! Tá pago pro senhor!”.  E veio até a mesa e disse: – “O senhor me deu um conselho, um dia, e foi tão bom pra mim! Meus filhos estão criados, estudando, tenho minha casinha…” .

Aqui passam pessoas das mais variadas. Certa vez passou um senhor de branco, muito educado. Acolhemos e depois soubemos que se tratava de um médico de Marília… já acolhemos o irmão de um senador da república, até recebemos uma carta oficial do governo em agradecimento depois… e certa vez apareceram três estrangeiros que foram roubados no trem e a polícia mandou pra cá, pra pernoitar. Só que eles não entendiam o que a gente falava, até que um albergado se aproximou e se ofereceu pra traduzir. Aceitei, e ele tentou em inglês… nada. Tentou em russo… nada. Tentou em francês, e aí um deles se manifestou: –  ‘Oui!!!!’. Esse assistido que falava tantas línguas se chamava Armando Martins. Ele foi jogador de futebol do São Paulo e havia morado na França, casou lá e teve dois filhos, um deles era médico. Quando o casamento acabou, ele saiu pelo mundo, bebendo, e acabou vindo parar aqui…”

 

Irani de Castro – em entrevista especial para o Encarte Comemorativo de 65 anos do Albergue Noturno

Esperamos por você!!!

 

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